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segunda-feira, 19 de março de 2012

Para refletir!

Acabei de achar este desabafo no facebook, e me identifiquei muito, por isso vou postar aqui...
CIRURGIA BARIÁTRICA -
Encontrei este texto, que enviei para o grupo de e-mails do COM, escrito em um dia que eu estava inspirado a escrever, refletir, e gostaria de compartilhar também aqui com vocês. Tenho certeza que enquanto muitos estudam, avaliam pela realização ou não de uma gastroplastia, são muitos os que aqui também se questionam: "mas se a pessoa está realmente disposta a mudar os hábitos de vida, seria realmente necessária a realização de uma cirurgia?"

Eu respondo: Sim, muito necessária...

Neste caso, o que é preciso entender, é que a cirurgia é um poderoso INSTRUMENTO, uma FERRAMENTA, para que você atinja sua meta de emagrecimento, especialmente nos dois primeiros anos após a realização do procedimento... Depois disso, é você terá que adquirir uma espécie de capacidade gerencial sobre o seu próprio corpo... Imagine, por exemplo, que você tenha sido presenteado com um corpo novo, e ao te entregarem esse presente te dizem: "toma, agora compete a ti cuidar dele, amá-lo e respeitá-lo". Neste ponto, refiro para todos, que depois de atingido o objetivo final, nosso corpo vira uma espécie de maquininha de débito e de crédito, que compete unicamente a nós administrarmos... Se comemos, precisamos gastar o que consumimos, seja através de uma atividade física, seja através de um sinal de alerta após um momento de abuso, seja com um simples deslocamento caminhando, ao invés de pegar um ônibus, por exemplo... As nutricionistas do grupo devem ficar loucas comigo a cada vez que digo isso, mas ninguém, pelo simples fato que é operado, vai se alimentar apenas de salada e produtos naturais o resto da vida... É importante que se diga... Sim, EXISTE VIDA GASTRONÔMICA APÓS A GASTROPLASTIA... Hoje em dia, minha vida é absolutamente normal: saio pra jantar, vou em pizzarias, churrascarias, se tiver vontade, como um cachorro quente, vou a uma rede de fast-food, desde que tudo seja feito com muita responsabilidade dentro da vida cotidiana... Compete a cada um de nós, no entanto, cuidar para que os abusos não se transformem em rotina, e a rotina, não se converta em acúmulo de gordura... Esses são ingredientes fundamentais para o sucesso do tratamento, e, principalmente, para a satisfação pessoal, felicidade e autoconfiança de quem se submete a este tipo de procedimento...

Hoje, graças a Deus, e a competente equipe do COM, completei maravilhosos três anos de cirurgia, e 100Kg ELIMINADOS...

Medo de engordar, todos temos, mas vejam bem... Foi como eu disse...

Tudo depende do equilíbrio entre o que se consome e o que se gasta de energia... Por exemplo... Aqui em Porto Alegre, meu escritório fica localizado na Ramiro Barcelos, a cerca de uns 7km da minha casa... Muitas vezes, eu saio caminhando, corto o centro da cidade, subo a Borges de Medeiros, vou ao Foro, Tribunal de Justiça, faço tudo que tenho que fazer, e depois vou pra casa... Tudo isso dá um percurso de cerca de 7km... Tudo feito caminhando... Agora pergunto? Depois de andar por 7km, eu não posso me dar ao luxo de parar num shopping e comer um fast food, um Mc Donalds da vida??? Claro que sim!!! Ora, acabei de andar 7km... O problema é quando a gente come um fast food e depois vai pra casa, senta em frente a televisão, pra ver a novela das 21h, ou esquece nossa vida tb merece os cuidados uma alimentação balanceada... A questão é que para uma pessoa que atingiu o peso normal, andar 7km é uma coisa quase que natural, pois deixa de haver a estafa, o cansaço, e o que antes era motivo de desgaste, se não chega a virar um prazer, ao menos se torna algo natural, que pode fazer tranquilamente parte da vida cotidiana... Neste ponto, dificilmente vocês me verão de bermuda, saindo pra caminhar (caminhada pra mim, normalmente tem que ter um destino certo - quem caminha, caminha para algum lugar - caminhar sem rumo, não é comigo)... Mas se posso fazer um deslocamento a pé, pq não faze-lo? O próprio Dr. Mottin já disse várias vezes nas reuniões... Atividade física é qualquer coisa que movimente o teu corpo... Subir escada, descer escada... Ir na farmácia, no mercado, na feira... Levar o cachorro pra passear... Se não tem cachorro, então leva só a coleira (palavras dele)...

Por isso sempre digo que a cirurgia é apenas uma ETAPA do tratamento... Pq depois do primeiro ano, quando o peso se estabiliza, NÃO É MAIS CIRURGIA que comanda o teu corpo, mas sim a CABEÇA... É a consciência de se equilibrar aquilo que se come com o que se gasta de energia... Neste ponto, é preciso ter muito bem delineado em nossa cabeça é que uma coisa é ESTAR magro, outro coisa é SER magro... Hoje, tenho absoluta consciência de que apenas ESTOU magrou... E se quiser continuar assim, o comprometimento deverá ser eterno... Pq infelizmente a obesidade é uma doença... E embora deixemos de ser obesos, não deixamos de ser doentes... Por isso, a necessidade dessa eterna luta em busca daquilo que se almeja, num eterno comprometimento, sem jamais esmoecer... Lembrar que existem certos alimentos que não podem deixar de fazer parte do nosso cardápio, que não podemos abdicar dos suplementos alimentares... E especialmente, que ALCANÇAR A META, ao contrário do que se pensa, não é apenas chegar ao peso ideal... ALCANÇAR A META, é atingir o equilíbrio, determinação e força de vontade necessária para vencer a ansiedade, a doença, e jamais se voltar a engordar... E essa sim, talvez seja a etapa mais difícil do tratamento... De ser vencida a longo prazo... Ao longo de toda vida...

E tipo... Apenas pra finalizar, depois de tanto escrever, não pensem que tenho a fórmula mágica da coisa... Longe disso...

Pq eu tb quase morro com minhas ansiedades, com meus medos e tenho absoluta consciência de todas as minhas falhas...

Por isso, sei o quanto é importante participar das reuniões de grupo, participar desses ambientes virtuais que orgulhosamente compartilho com vocês, ser trazido para períodos de reflexão, continuar aprendendo com quem ainda está nesta fase de batalha, pois acreditem, todos somos iguais nesta vida, estamos no mesmo barco, em busca dos mesmos sonhos, e do mesmo objetivo comum... Hoje, e sempre...

Um fraternal abraço,
André Schleich
Moderador do Grupo Redução de Estômago

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

O que comer para diminuir a queda de cabelos?


A queda de cabelos pode ter várias causas, sendo as principais:
» Hereditariedade
» Alterações Hormonais – hipotireidismo, hipertireoidismo, ovários policísticos, menopausa, etc.
» Uso de medicamentos: quimioterapia, anticoagulantes, etc.
» Fatores externos – secadores, chapinhas, etc.
» Carência Nutricional – alimentação pobre em vitaminas do complexo B, zinco, ferro e proteínas.
O cabelo é um dos três componentes principais do sistema conjuntivo intersticial (juntamente com a pele e as unhas) e é constituída por uma estrutura protéica, a queratina. Normalmente cada fio do couro cabeludo, cresce continuamente durante dois a quatro anos, interrompe o crescimento por dois a quatro meses e depois cai. Em seu lugar começa a nascer um novo fio sadio e o ciclo se repete, portanto é normal a perda de fios de cabelos todos os dias.
Uma queda de cabelo contínua e intensa pode ter sua explicação na má nutrição, e a alimentação sadia e variada pode oferecer ao organismo todos os nutrientes que necessita.
Para uma alimentação saudável e variada, recomenda-se seguir a pirâmide alimentar adaptada à população brasileira, que recomenda o consumo de porções dos grupos alimentares divididos em alimentos energéticos (carboidratos), reguladores (frutas, legumes e verduras) e construtores (carnes bovina, de aves e peixes, ovos, leguminosas), gorduras e açúcares em quantidades moderadas. As porções são estabelecidas para cada grupo alimentar, porém seu consumo deverá estar de acordo com a necessidade nutricional de cada indivíduo, considerando-se sexo, idade, atividade física, atividade profissional, horas de sono, etc.
A fim de prevenir a queda de cabelo, conheça os principais nutrientes envolvidos diretamente neste processo:
» Vitaminas do Complexo B: são vitaminas hidrossolúveis, ou seja, se diluem nos líquidos do organismo e seu excesso é eliminado pela urina. Alguns exemplos de alimentos ricos em vitamina B6: banana, batata, uva passa e cereais integrais.
» Zinco: mineral importante como estimulante do sistema imunológico, presente nas carnes e frutos do mar;
» Ferro: mineral importante na nutrição humana, pois participa da formação da hemoglobina componente das hemácias. Apresenta-se nos seguintes alimentos: carne bovina, fígado, atum, lentilha, feijão, espinafre. Alguns alimentos melhoram a absorção de ferro no organismo: laranja, kiwi, acerola.
» Proteínas: são nutrientes compostos por aminoácidos, sua menor fração, e dentre muitas de suas funções apresenta a função estrutural e de manutenção e reparo dos tecidos. São fontes de proteínas os seguintes alimentos: ovos, leite, carnes, aves, peixes, frutas, vegetais e grãos. Fonte: Terra Saúde

domingo, 13 de fevereiro de 2011

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Nutrição e Cirurgia Bariátrica


Após a cirurgia bariátrica, que tem como objetivo principal a melhora da qualidade de vida através da perda de peso, a nutrição tem um papel importante porque a quantidade e o tipo de alimentos a serem consumidos devem ser limitados.
O objetivo do acompanhamento nutricional é buscar o bem estar físico e emocional, através da seleção dos alimentos que contenham os nutrientes mais saudáveis e que estejam adequados às necessidades de cada indivíduo para que a rápida perda de peso não leve à desnutrição.
De maneira geral, a principal mudança na alimentação após a cirurgia é uma diminuição importante na quantidade de alimentos consumidos diariamente devido a redução do estômago. Porém, outros cuidados com a alimentação são fundamentais. Pode-se dividir o cuidado com a alimentação em cinco fases após a cirurgia:
1º fase – fase da alimentação líquida: esta fase compreende as duas primeiras semanas após a cirurgia e caracteriza-se com uma fase de adaptação. A alimentação é liquida e constituída de pequenos volumes (em torno de 50 mL por refeição) e tem como principal objetivo o repouso gástrico, a adaptação aos pequenos volumes e a hidratação. Como conseqüência da alimentação liquida, a perda de peso é bastante grande nestas duas semanas, devendo-se introduzir o uso de complementos nutricionais específicos para evitar carências de vitaminas e de minerais. A orientação nutricional deverá ser iniciada pelo médico e nutricionista já no hospital, antes da alta hospitalar.
2º fase – fase da evolução de consistência: de acordo com a tolerância e as necessidades individuais, a alimentação vai evoluindo de liquida para pastosa com a introdução de preparações liquidificadas, cremes e papinhas ralas. A evolução de cada paciente é variável de forma que a escolha de cada alimento deve ser acompanhada cuidadosamente para evitar desconforto digestivo como dor, náuseas e vômitos, esta fase tem um tempo de duração diferente para cada indivíduo porém, em média, dura em torno de 02 semanas.
3º fase – fase da seleção qualitativa e mastigação exaustiva: passado o primeiro e terceiro mês após a cirurgia, inicia-se uma fase onde a seleção dos alimentos é de fundamental importância pois, considerando que as quantidades ingeridas diariamente continuam muito pequenas, deve-se dar preferência aos alimentos mais nutritivos escolhendo fontes diárias de ferro, cálcio e vitaminas. O paciente deverá receber um treinamento para reconhecer quais são os alimentos mais ricos neste nutrientes de forma a ficar mais independente para escolher as principais fontes de minerais e vitaminas encontradas nas suas refeições diárias. Como a alimentação passa a ser mais consistente deve-se mastigar exaustivamente. A duração desta fase também varia individualmente e dura em média 01 mês.
4º fase – fase da otimização da dieta: nesta fase a alimentação vai evoluindo gradativamente para uma consistência cada vez mais próxima do ideal para uma nutrição satisfatória. Geralmente, esta fase ocorre a partir do 3º mês após a cirurgia quando, quase todos os alimentos começam a ser introduzidos na alimentação diária. O cuidado com a escolha dos alimentos nutritivos deve continuar pois, as quantidades ingeridas diariamente continuam pequenas. Nesta fase o paciente pode ser capaz de selecionar os alimentos que lhe tragam mais conforto, satisfação e qualidade nutricional. Somente não são tolerados alimentos muito fibrosos e consistentes.
5º fase – fase da adaptação final e independência alimentar: esta fase deve acompanhar o paciente a partir do 4º mês e , como nas fases anteriores, também evolui de acordo com as características individuais podendo iniciar-se um pouco antes ou um pouco depois do 4º mês. A partir desta fase, um acompanhamento periódico faz-se necessário somente para o acompanhamento da evolução de peso e levantamento de informações para identificar se existem carências nutricionais como, por exemplo, a anemia. O paciente já tem bastante segurança na escolha dos alimentos e está apto a compreender quais são os alimentos ricos em proteínas, glicídios e lipídios, cálcio, ferro, vitamina A, vitamina C, folatos além de outras propriedades nutricionais.

ALGUNS ASPECTOS IMPORTANTES

O CONSUMO DE LÍQUIDOS. A rápida perda de peso leva a uma aumento transitório dos níveis de ácido úrico na circulação. Quando a hidratação não é suficiente poderá haver formação de litíase renal (pedra nos rins). Por este motivo o consumo de líquidos deve ser monitorado para evitar que a urina fique muito concentrada.
Mesmo sem sede deve-se então consumir líquidos?
Sem dúvida. O consumo de líquidos deve ser constante, independente da sede.
A ESCOLHA DE ALIMENTOS RICOS EM FERRO. Dentre os alimentos mais fibrosos e de aceitação mais tardia está a carne vermelha. Enquanto ela não for introduzida na alimentação, o nutricionista deverá orientar o paciente sobre outras fontes de ferro presentes na alimentação.
Deve-se escolher alimentos fontes de ferro para consumo todos os dias?
Sim. O consumo de alimentos riscos em ferro deve ser constante, principalmente se não for possível consumir carne vermelha.
A INTOLERÂNCIA AO AÇÚCAR. O consumo de alimentos açucarados deve ser evitado por dois motivos: 1º porque o valor calórico é elevado e 2º, dependendo da técnica cirúrgica, poderá haver Síndrome de dumping. Uma avaliação da tolerância ao açúcar poderá ser feita desde que acompanhada cuidadosamente pelo nutricionista.
Mesmo o consumo de uma pequena quantidade de açúcar pode levar à Síndrome de Dumping?
No caso da cirurgia de Capella sim. Apesar de nem sempre ser assim, às vezes o consumo de 01 bala pode desencadear o processo.
O RITMO DE EMAGRECIMENTO. A perda de peso é muito intensa principalmente durante as duas primeiras semanas após a cirurgia. O ritmo acelerado de emagrecimento continua a ser observado até o terceiro mês e , a partir de então, passa a ser mais lento. Este é um processo natural de adaptação fisiológica que faz com que o organismo passe a gastar menos energia diariamente para evitar que a perda de peso rápida e permanente leve à desnutrição e aos conseqüentes riscos à saúde como a queda da resistência à infecções, desmineralização óssea, dentre outros.
Há alguma maneira de melhorar o ritmo de perda de peso nesta fase?
A melhor forma é a atividade física regular. O exercício faz com que o organismo gaste mais energia, o que ajuda a perder peso, além de trazer uma sensação de bem estar e relaxamento. Entretanto, deve-se procurar orientação médica para a avaliação do momento adequado para iniciar o exercício e também para a escolha do melhor tipo de atividade a ser realizada.
Não seria interessante também voltar a fazer dieta líquida como nas duas primeiras semanas após a cirurgia?
Não. Este tipo de prática nesta fase pode debilitar seriamente o organismo.
A NECESSIDADE DO USO DE COPLEMENTOS DE MINERAIS E DE VITAMINAS. Toda vez que as calorias da dieta são inferiores a 1250 Kcal ao dia é necessário complementar vitaminas e minerais. No caso da cirurgia bariátrica, o valor calórico da alimentação se aproxima de 350 kcal nas primeiras semanas e continua inferior a 1250 kcal no mínimo até o sexto mês após o inicio do tratamento. Principalmente durante este período, a complementação é indispensável.
Os complementos podem engordar?
Não. Vitaminas e minerais não produzem calorias.
Que alimentos poderiam prejudicar a perda de peso?
Um consumo excessivo semelhante ao anterior à cirurgia não ocorre porque o estômago não pode receber quantidade elevadas de alimentos. Entretanto, a alimentação em pequenas quantidades pode Ter um valor calórico alto quando é rica em lipídios (gorduras). Toda gordura tem um valor calórico elevado independente da fonte (óleo, azeite, margarina, manteiga) por isto é sempre recomendável evitar o consumo habitual de receitas que levem gordura na sua preparação.
Nutricionista responsável - Renata Valentini

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Minha Evolução:


INICIO:
06/07/2010- 112,000 Kg
20/07/2010- 101,600 Kg: 10,400 Off 14 dias:
05/08/2010- 97,000 Kg: 15,000 Off 30 dias
16/08/2010- 96,000 Kg: 16,000 Off 41 dias
23/08/2010- 95,000 Kg: 17,000 Off 48 dias
24/08/2010- 94,500 Kg: 17,500 Off 49 dias
01/09/2010- 93,300 Kg: 18,700 Off 57 dias
17/09/2010- 91,500 Kg:  20,500 0ff 73 dias          
05/09/2010- 90,800 Kg: 21,200 Off 91 dias
09/10/2010- 89,600 Kg: 22,400 Off 95 dias
11/10/2010- 88,800 kg: 23,200 Off 97 dias

26/10/2010- 88,500 Kg: 23,500 Off
29/10/2010- 88,100 Kg: 23,900 Off
01/11/2010- 87,100 Kg: 24,900 Off
09/11/2010- 86,600 Kg: 25:400 Off
11/01/20011-83,000 Kg: 29,000 Off 
07/07/2011- 74,000 Kg: 38,000 Off  Um ano!


sábado, 25 de setembro de 2010

NOVA VIDA!

Faz tempo que não posto nada....
Me adpitei muito bem a todas as fazes da dieta, e graças munca vomitei nem entalei...
Faz dois meses e meio que fiz a cirurgia de Redução, e já se foram 20,500 Kg OFF .
Claro que no inicio o emagrecimento é mais rápido, e agora começa a ficar mais lento,
um poquinho a cada mês. Tenho que comecar a fazer ginástica para ajudar no metabolismo e tonificar.
Me sinto muito bem minha auto-estima esta lá em cima, minhas roupas que não eram usadas a tempo
estão saindo do armario.
Obrigada meu Deus e a minha família por tudo!!!!

domingo, 8 de agosto de 2010

terça-feira, 29 de junho de 2010

Obesidade é uma doença...

O tempo passa . Em um momento você é gordinha e tem 20 anos,no outro, você está com 40 anos, com classificação do tipo " gorda moderada". Os motivos são vários, mas o simples fato é que a obesidade vem a ser uma doença. Sendo que todo e qualquer recurso não funcionaram,e esta é uma decisão radical, quanto todas as outras não tiveram resultado a longo prazo.
Resolvi encarar diferentes possibilidades por um futuro melhor e fui a um gastro de renome em POA, quando o assunto é cirurgia de redução de estômago. Sim minhas amigas.... NÃO SOU MULHER DE TER VERGONHA!! ASSUMO: ESTOU OBESA SIM, MAS NÃO É O FIM DA LINHA PRA MIM.

Na sala de espera, vi mulheres com graus diferentes de obesidade, operadas (pós operatório), candidatas (euzinha aqui....), outras em pré-operatório; apreensivas, observadoras, animadas, medrosas e eu: extremamente insegura de estar ou não tomando a decisão certa, mas percebi que este não é um problema só meu que muitas pessoas estão vivendo o mesmo drama que eu . Quando entrei no consultório, sentei, conversei, tirei minhas dúvidas e perdebi que não sou uma perdedora por recorrer a essa ajuda, sinceramente, saí de lá mais animada e pronta pra começar a rotina de exames, consultas, laudos e tudo o que vem com o pacote!!
Ainda estou lendo todo o material que me passaram, pesquisando em sites, conversando com pessoas que fizeram ( próximas a mim e também em outros lugares, por e-mail ou MSN, orkut), mas agora tenho certeza de que esse será o melhor e mais eficaz tratamento.
Começo a preparação para os exames e entrevistas com os profissionais. Vou colocar o passo a passo, caso alguém decida fazer a cirurgia e queira saber.

Processo para fazer a cirurgia:
1°Tomar a decisão com a família.
2°Escolher o cirurgião.
3°O convênio.
4°A técnica cirúrgica ( Fobi-Capella).
Pesquise bastante, tire todas as dúvidas e comece o processo:
*Consulta com cirurgião
*Cardiologista,*Endocrinologista,*Nutricionista,
*Psiquiatra ou*Psicóloga
*Nutricionista,*Fisioterapeuta,*Fonodióloga
*Anestesista (Pré-operatória)
Exames:
*Endoscopia C/biópsia
*Sangre (Vários tipos)
*De urina
*Eco abdominal Total
*RX
*Espirometria
*Eco cardiológica
*Eco da Carótida
*Esteira (teste ergométrico)
*MRPA (controle da pressão)
Exames que meus médicos pediram, podem variar dependendo de cada pessoa.
Tudo Ok.
Fazer a perícia do convênio.
Meu convênio autorizou aberta, entrei com a liminar para fazer por VLPC (video).
Hoje um dia muito Feliz saiu minha liminar, tudo certo pra cirurgia.

sábado, 5 de junho de 2010

segunda-feira, 31 de maio de 2010

FATOR EMOCIONAL E EMAGRECIMENTO

O sobrepeso e a obesidade são causados por diversos fatores : genéticos, biológicos, nutricionais e psicológicos. Os últimos atuam de dois modos : podem levar a pessoa a comer mais e podem funcionar como autêntico OBSTÁCULO Á PERDA DE PESO, um verdadeiro BLOQUEIO à aderência a um programa de emagrecimento.

São vários os problemas emocionais que podem levar a aumento de peso ou a impedir que a pessoa emagreça :

Compulsão alimentar: pessoas que comem não por fome ou prazer, mas o fazem por ansiedade, apressadamente, ingerindo grandes quantidades de alimento em curto período de tempo, sentindo-se depois culpadas ou arrependidas. Muitas vezes estão em uma dieta personalizada, equilibrada e saborosa e, repentinamente começam a comer e não param mais, a não ser quando estão empanturradas, cansadas ou com mal estar. Assim vem o arrependimento, mais ansiedade e o final de mais uma dieta. SE A COMPULSÃO ALIMENTAR ESTIVER PRESENTE E NÃO FOR TRATADA INVIABILIZARÁ TODOS OS ESFORÇOS DA PESSOA PARA EMAGRECER.

Depressão: a depressão afeta a pessoa como um todo. Pessoas que estão deprimidas em, entre outros sintomas, alteração no comportamento alimentar para mais (ou para menos) que pode leva-las a engordar. Há queda da motivação para a dieta, auto depreciação, pessimismo. Quando a depressão estiver presente em algum grau no candidato a emagrecimento, deverá ser tratada prioritariamente.
Ansiedade : é o vilão número um das dietas alimentares. Apresenta-se em diversas formas (pânico,fobia social, ansiedade generalizada, agorafobia, stress pós traumático, fobias específicas, etc). Pessoas tensas, excessivamente preocupadas, com pânico, medos diversos, podem encontrar no alimento uma “fuga” para seus males, para um estado interno de desconforto indefinido. Hoje, as formas clínicas de ansiedade são conhecidas, pesquisadas e seu tratamento de bom prognóstico.

É MAIS FÁCIL TRATAR A ANSIEDADE DO QUE OS MALES DELA DECORRENTES.

Stress: é comprovado que o stress tem influência sobre o peso corporal, seja pelo aumento do cortisol circulante ou pelo aumento da quantidade de alimento ingerida, que passa a atuar inadequadamente como “mecanismo anti-stress”.
Dificuldades sexuais, conjugais ou afetivas : é sempre importante verificar o que se esconde por trás da obesidade ou do excesso de peso. A gordura pode servir de “escudo” para evitar relacionamentos, não assumir a própria sexualidade ou mesmo como forma de “rebelião passiva” a situações conjugais conflitivas.
Problemas de relacionamento : dificuldades de relacionamento familiar, social (timidez excessiva, agressividade social,baixa assertividade e outros) podem levar a pessoa ao prato.
Dificuldade de controle de impulsos : pessoas impulsivas, que não conseguem adiar a gratificação imediata de um impulso em detrimento a uma gratificação a médio prazo (comer é gratificante a curtíssimo prazo, emagrecimento a médio prazo), são mais vulneráveis a uma “sabotagem” em sua dieta.
Quando problemas psicológicos estão presentes (sejam eles causa ou efeito) dificultando ou inviabilizando a perda de peso deverão ser tratados conjuntamente. Na maioria são problemas que podem ser superados com abordagem psicológica adequada. Se continuarem atuando põe pro terra os mais competentes programas de emagrecimento e os mais sinceros propósitos de pessoas que “sabem o que fazer mas não conseguem fazer o que sabem que deveriam”...

domingo, 30 de maio de 2010

Tabela:

Índice de Massa Corporal

O Índice de Massa Corporal (IMC) é reconhecido como padrão internacional para avaliar o grau de obesidade. O IMC é calculado dividindo o peso (em kg) pela altura ao quadrado (em m).

A Obesidade Mórbida é caracterizada em pessoas que possuem o
índice IMC em 40 ou superior.
Categoria
IMC
Abaixo do peso 18,5
Peso normal 18,5 – 24,9
Sobrepeso 25,0 – 29,9
Obesidade Grau I 30,0 – 34,9
Obesidade Grau II 35,0 – 39,9
Obesidade Grau III 40,0 – 49,9
Superobesidade 50 e acima